
Não, agora nunca mais diria, de ninguém neste mundo, que eram isto ou aquilo.
Sentia-se muito jovem; e, ao mesmo tempo, indizivelmente velha.
Passava como uma navalha através de tudo; e ao mesmo tempo ficava de fora, olhando.
Tinha a perpétua sensação, enquanto olhava os carros, de estar fora, longe e sozinha no meio do mar; sempre sentira que era muito, muito perigoso viver, por um só dia que fosse...
Oh! Se pudesse viver de novo! Pensou, ao pisar a rua,como não havia de ser diferente!...
lindo...
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